As reflexões acerca da inserção do Serviço Social nos
diversos Programas de Residência no país, multi ou
uniprofissionais, destacam reiteradamente algumas
preocupações históricas e estruturantes, como as que
seguem: “A proposta de formação em saúde, por meio das
residências multiprofissionais, ainda que tenha formulações
importantes que se aproximam dos princípios do projeto
Reforma Sanitária dos anos 1980, contraditoriamente vem
servindo para mascarar a precarização do trabalho. Isso é
nitidamente percebido pelo investimento de bolsas para a
contratação de força de trabalho qualificada, sobretudo
chancelada pela universidade e/ou instituições de ensino e
pesquisa, em detrimento da ocupação dos postos de trabalho
nos serviços de saúde” (SOUZA, 2024, p.367). Diante do
exposto, a autora considera fundamental não perder de vista
que os programas de residência em saúde devem
consubstanciar propostas pedagógicas