Um terapeuta ocupacional acompanha, em serviço ambulatorial de reabilitação, um adulto com sequela de acidente vascular cerebral isquêmico há oito meses. O paciente apresenta hemiparesia à direita, preservação das funções cognitivas, compreensão adequada da linguagem oral e limitação da comunicação verbal expressiva, com repercussões na participação social e no desempenho ocupacional. No planejamento terapêutico, o profissional considera a utilização de recursos de Comunicação Alternativa e Suplementar (CAA) no contexto da Tecnologia Assistiva, em articulação com outras intervenções em curso. À luz dos princípios da terapia ocupacional e da prática centrada na ocupação, qual estratégia tende a ser mais adequada para favorecer a participação comunicativa desse paciente?