Segundo Guerra (2018), o debate sobre os
fundamentos no Serviço Social ganha centralidade
no contexto da análise do currículo de 1982.
Desde então, é marca histórica da nossa cultura
profissional promover a permanente revisão crítica
das nossas formulações e representações teórico-metodológicas, didático-pedagógicas, ético-políticas e jurídico-formais, construídas de forma
coletiva. Nessa análise, a autora problematiza
algumas tendências presentes na formação de
assistentes sociais, recorrentemente submetidas à
crítica e à autocrítica, sendo elas: