No âmbito das discussões historiográficas sobre a formação das sociedades europeias entre os séculos V e XV, a expansão do cristianismo tem sido reinterpretada à luz de perspectivas
que destacam a pluralidade de temporalidades, agentes
e
mediações envolvidas na sua difusão.
Em atividades que mobilizam leitura de textos históricos e
análises comparativas, a noção de cristianização demanda ser compreendida não como um evento pontual, mas como um processo que atravessou diferentes espaços sociais e culturais, implicando negociações,
resistências e ressignificações.
Nesse horizonte interpretativo, uma abordagem historicamente consistente
acerca da cristianização europeia se aproxima de: