Em pacientes com hipercalemia grave
acompanhada de alterações eletrocardiográficas
(ondas T apiculadas, alargamento de QRS, arritmias
ameaçadoras), as diretrizes internacionais (KDIGO
2023; AHA 2020; ERC 2021) estabelecem como pilares:
estabilização da membrana miocárdica, redistribuição
intracelular do potássio e remoção efetiva do excesso
corporal. Entretanto, a literatura demonstra variações
históricas na priorização de cada etapa. Considerando
a prática clínica atual e consensos internacionais, qual
sequência inicial é a mais adequada?