Associe as sentenças a seguir, que descrevem casos clínicos
sintéticos, aos respectivos comentários, que indicam o
mecanismo fisiopatológico predominante.
Sentenças (casos clínicos):
I. Mulher de 70 anos, pós-menopausa, com fratura de rádio distal após queda da própria altura; densitometria mostra Tscore -2,8.
II. Homem de 55 anos, com dor óssea difusa, fraqueza muscular proximal e fraturas recorrentes; laboratorial com hipocalcemia, hipofosfatemia e fosfatase alcalina elevada.
III. Homem de 45 anos, com cálculos renais recorrentes e dor óssea; exames mostram hipercalcemia, hipofosfatemia e PTH elevado.
IV. Mulher de 65 anos, assintomática, com fosfatase alcalina muito elevada; cintilografia revela lesão em calota craniana e fêmur; radiografia mostra espessamento cortical irregular.
V. Criança de 8 anos, com múltiplas fraturas desde os primeiros anos de vida, escleras azuladas e deformidades ósseas progressivas.
Comentários (mecanismos fisiopatológicos):
( ) Aumento da reabsorção óssea por deficiência estrogênica e desequilíbrio osteoclasto/osteoblasto.
( ) Defeito na mineralização da matriz óssea devido à deficiência de vitamina D.
( ) Estímulo excessivo da reabsorção óssea por hiperparatireoidismo primário.
( ) Remodelamento ósseo acelerado e desorganizado, com formação de osso estruturalmente anormal.
( ) Defeito genético na síntese de colágeno tipo I, resultando em fragilidade óssea congênita.
Os mecanismos correspondem, respectivamente, aos casos clínicos
Sentenças (casos clínicos):
I. Mulher de 70 anos, pós-menopausa, com fratura de rádio distal após queda da própria altura; densitometria mostra Tscore -2,8.
II. Homem de 55 anos, com dor óssea difusa, fraqueza muscular proximal e fraturas recorrentes; laboratorial com hipocalcemia, hipofosfatemia e fosfatase alcalina elevada.
III. Homem de 45 anos, com cálculos renais recorrentes e dor óssea; exames mostram hipercalcemia, hipofosfatemia e PTH elevado.
IV. Mulher de 65 anos, assintomática, com fosfatase alcalina muito elevada; cintilografia revela lesão em calota craniana e fêmur; radiografia mostra espessamento cortical irregular.
V. Criança de 8 anos, com múltiplas fraturas desde os primeiros anos de vida, escleras azuladas e deformidades ósseas progressivas.
Comentários (mecanismos fisiopatológicos):
( ) Aumento da reabsorção óssea por deficiência estrogênica e desequilíbrio osteoclasto/osteoblasto.
( ) Defeito na mineralização da matriz óssea devido à deficiência de vitamina D.
( ) Estímulo excessivo da reabsorção óssea por hiperparatireoidismo primário.
( ) Remodelamento ósseo acelerado e desorganizado, com formação de osso estruturalmente anormal.
( ) Defeito genético na síntese de colágeno tipo I, resultando em fragilidade óssea congênita.
Os mecanismos correspondem, respectivamente, aos casos clínicos
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