Uma adolescente de 14 anos é diagnosticada com comunicação interatrial tipo ostium secundum de 22 mm, apresentando sinais de sobrecarga volumétrica das câmaras direitas. Recentemente, desenvolveu episódios sintomáticos e recorrentes de fibrilação atrial. Após avaliação com a equipe de hemodinâmica e cirurgia, optou-se pelo fechamento do defeito septal com retalho pericárdico devido a margens anatômicas inadequadas para o fechamento percutâneo. Em relação à abordagem da arritmia nesse tempo operatório, a conduta CORRETA deve ser: