Segundo os Users’ Guides to the Medical
Literature (Guyatt et al.) e a declaração STARD 2015, a
interpretação da acurácia diagnóstica depende da
integração entre probabilidade pré-teste, razões de
verossimilhança e atualização pelo teorema de Bayes,
comunicando riscos pós-teste ao paciente de forma
clara. Valores preditivos variam com a prevalência e
relatórios estruturados (PRISMA, CONSORT, STARD)
garantem transparência metodológica, sem substituir
julgamento clínico. Qual proposição expressa
corretamente essa lógica?