A Malária, endêmica em algumas regiões do país, é
uma doença febril aguda e seu diagnóstico precoce é crucial. O
ACS, na sua atuação, pode e deve orientar sobre a importância
do diagnóstico e tratamento. Entretanto, a realização de
esfregaço sanguíneo e posterior leitura para identificação do
parasita da malária, mesmo que sob supervisão, não é uma
atribuição formal do ACS, mas sim de profissionais de
enfermagem ou laboratório, devido à complexidade da técnica
e à necessidade de equipamentos específicos para o diagnóstico
microscópico.