A análise das alavancas biológicas constitui
tema central da biomecânica do movimento humano,
permitindo compreender trade-offs entre força,
velocidade e amplitude. Autores como Hall (2018) e
Hamill & Knutzen (2015) apontam que a eficiência das
alavancas não se resume à vantagem mecânica, mas
envolve adaptações funcionais que favorecem o
desempenho em contextos distintos. Considerando a
configuração das alavancas de terceira ordem, assinale
a alternativa mais consistente: