Leia o caso a seguir.
Mulher de 40 anos chega ao ambulatório de neurologia referindo crises de cefaleia desde a adolescência, com piora progressiva ao longo dos anos, estando diária há mais de 6 meses. Refere que, além do aumento da frequência das crises, tem dores intensas e limitantes muito frequentes, com idas aos prontos-socorros pelo menos uma vez na semana. As dores se localizam na região frontotemporal, são unilaterais alternas, de caráter pulsátil, acompanhadas de náuseas, vômitos, foto e fonofobia, piorando muito com esforços habituais, com poucas horas sem dor ao longo dos dias. Ela fazia uso diário de dipirona, paracetamol isolados ou associados à cafeína e isometepteno, chegando a usar 4 cp ao dia. Trouxe TC de Crânio contrastada normal.
Diante das principais hipóteses diagnósticas para esse caso, com base na Classificação Internacional das Cefaleias, qual deve ser a conduta indicada?
Mulher de 40 anos chega ao ambulatório de neurologia referindo crises de cefaleia desde a adolescência, com piora progressiva ao longo dos anos, estando diária há mais de 6 meses. Refere que, além do aumento da frequência das crises, tem dores intensas e limitantes muito frequentes, com idas aos prontos-socorros pelo menos uma vez na semana. As dores se localizam na região frontotemporal, são unilaterais alternas, de caráter pulsátil, acompanhadas de náuseas, vômitos, foto e fonofobia, piorando muito com esforços habituais, com poucas horas sem dor ao longo dos dias. Ela fazia uso diário de dipirona, paracetamol isolados ou associados à cafeína e isometepteno, chegando a usar 4 cp ao dia. Trouxe TC de Crânio contrastada normal.
Diante das principais hipóteses diagnósticas para esse caso, com base na Classificação Internacional das Cefaleias, qual deve ser a conduta indicada?
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