A reabilitação da dependência química, segundo Santos (2018), não requer apenas
esforços individuais para superar o vício. Essa adversidade também diz respeito aos problemas sociais
e às subjetividades coletivas, envolvendo doenças psicossomáticas, inabilidades cotidianas e relações
interpessoais nocivas, que criam predisposições para tornar as drogas uma alternativa recorrente de
refúgio para o lazer recreativo ou contra o sofrimento psicológico. A problemática das drogas,
portanto, deve ser resolvida de forma