Um motorista alcoolizado atropelou uma adolescente que caminhava na calçada. Devido à gravidade do impacto, houve lesão medular
torácica incompleta, nível L5. Após alta hospitalar e uma reabilitação precoce, intensiva e contínua, tanto na UTI quanto na enfermaria
hospitalar, apresentou-se a um fisioterapeuta do Serviço Municipal para uma nova avaliação, em uso de cadeira de rodas, e algumas
queixas específicas nos membros inferiores. Diante desse caso, é CORRETO afirmar que o fisioterapeuta, após realizar a avaliação
fisioterapêutica, com detalhada anamnese, realizando exame físico e cinésio-funcional específico para a paciente, e estabelecendo um
diagnóstico fisioterápico preciso, poderá agir da seguinte forma:
I- Classificar a lesão incompleta, confirmando que a função sensitiva está preservada e a função motora está ausente abaixo do nível neurológico da lesão, incluindo os segmentos sacrais S4-S5, prescrevendo treino estático de transferência.
II- Classificar a lesão incompleta, confirmando que função motora está preservada abaixo do nível neurológico da lesão e mais da metade dos músculos abaixo do nível neurológico tem grau de força inferior a três. Prescrever em seu protocolo de tratamento treino dinâmico de transferência.
III- Classificar a lesão incompleta, confirmando que a função motora está preservada abaixo do nível neurológico da lesão e pelo menos metade dos músculos abaixo do nível neurológico tem grau de força igual ou superior a três. Prescrever em seu protocolo de tratamento exercício ativo de flexão de tronco com bola suíça, trabalhando apenas metade da ADM, evoluindo para ADM total de acordo com a resposta da paciente ao exercício.
IV- Classificar a lesão incompleta, confirmando que a função motora está ausente acima do nível neurológico da lesão e pelo menos metade dos músculos acima do nível neurológico tem grau de força igual ou superior a três. Prescrever em seu protocolo de tratamento estabilização rítmica em tronco com paciente em sedestação.
V- Classificar a lesão incompleta, confirmando que apresenta ausência de função sensitiva e motora, inclusive nos segmentos sacrais S4-S5. Prescrever em seu protocolo de tratamento reversão dinâmica em tronco com paciente em sedestação.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Classificar a lesão incompleta, confirmando que a função sensitiva está preservada e a função motora está ausente abaixo do nível neurológico da lesão, incluindo os segmentos sacrais S4-S5, prescrevendo treino estático de transferência.
II- Classificar a lesão incompleta, confirmando que função motora está preservada abaixo do nível neurológico da lesão e mais da metade dos músculos abaixo do nível neurológico tem grau de força inferior a três. Prescrever em seu protocolo de tratamento treino dinâmico de transferência.
III- Classificar a lesão incompleta, confirmando que a função motora está preservada abaixo do nível neurológico da lesão e pelo menos metade dos músculos abaixo do nível neurológico tem grau de força igual ou superior a três. Prescrever em seu protocolo de tratamento exercício ativo de flexão de tronco com bola suíça, trabalhando apenas metade da ADM, evoluindo para ADM total de acordo com a resposta da paciente ao exercício.
IV- Classificar a lesão incompleta, confirmando que a função motora está ausente acima do nível neurológico da lesão e pelo menos metade dos músculos acima do nível neurológico tem grau de força igual ou superior a três. Prescrever em seu protocolo de tratamento estabilização rítmica em tronco com paciente em sedestação.
V- Classificar a lesão incompleta, confirmando que apresenta ausência de função sensitiva e motora, inclusive nos segmentos sacrais S4-S5. Prescrever em seu protocolo de tratamento reversão dinâmica em tronco com paciente em sedestação.
É CORRETO o que se afirma apenas em: