Os gliomas de baixo grau (grau II da OMS) em adultos,
como os astrocitomas e oligodendrogliomas difusos,
apresentam um comportamento biológico variável, mas
com tendência inerente à progressão para graus mais
elevados de malignidade. A estratégia terapêutica ótima
para esses tumores é objeto de debate e depende de
múltiplos fatores clínicos, moleculares e radiológicos.
Considerando os avanços na caracterização molecular
dos gliomas, a presença da codeleção dos braços
cromossômicos 1p e 19q em um glioma difuso de baixo
grau é um biomarcador com importante implicação
prognóstica e preditiva, indicando: