A equidade no SUS, ao buscar reduzir
desigualdades, implica que a alocação de recursos em saúde
bucal deve priorizar regiões com maiores índices de
vulnerabilidade social e epidemiológica, mesmo que isso
acarrete uma distribuição desproporcional de serviços em
detrimento de áreas com menor necessidade aparente, visando a
obtenção de resultados mais equânimes na saúde da população.