A cultura nordestina tem sido objeto de ressignificações contemporâneas, tanto no campo acadêmico quanto nas políticas públicas de patrimônio cultural. Manifestações como o maracatu, o cavalomarinho, o bumba meu boi e o repente passaram a ser reconhecidas não apenas como expressões folclóricas, mas como sistemas simbólicos complexos, vinculados a processos históricos de resistência, territorialidade e identidade. Em debates recentes sobre patrimônio imaterial, discute-se o tensionamento entre salvaguarda institucional e mercantilização cultural.
À luz desses debates, é correto afirmar que:
À luz desses debates, é correto afirmar que: