Um paciente de 70 anos, diabético tipo 2 e obeso, é admitido no pronto-socorro com dor abdominal intensa em
hipocôndrio direito, febre (39°C), calafrios, leucocitose acentuada e sinal de Murphy positivo. A ultrassonografia de
urgência revela vesícula biliar distendida, parede espessada e a presença de conteúdo ecogênico. O paciente é levado
imediatamente ao centro cirúrgico para uma colecistectomia de urgência. Durante o procedimento, é confirmado o
empiema, com drenagem de grande quantidade de pus do interior da vesícula biliar, mas sem perfuração ou
contaminação grosseira do peritônio além do local da inflamação. A ferida operatória principal é fechada
primariamente.
De acordo com a classificação de feridas cirúrgicas do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e os critérios estabelecidos para a vigilância de infecções hospitalares no Brasil (Portaria GM/MS nº 2.616/98), em qual categoria a ferida cirúrgica deve ser classificada?
De acordo com a classificação de feridas cirúrgicas do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e os critérios estabelecidos para a vigilância de infecções hospitalares no Brasil (Portaria GM/MS nº 2.616/98), em qual categoria a ferida cirúrgica deve ser classificada?
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