No manejo da dor crônica regional complexa
(DCRC) tipo I, a termoterapia profunda, como o ultrassom
contínuo, é a intervenção de escolha, em detrimento da terapia
espelho e da dessensibilização tátil, devido à sua eficaz ação
anti-inflamatória e analgésica que abrange as alterações
autonômicas e tróficas inerentes a esta síndrome.