Para Joaquim Nabuco, a revolução explodiu por várias
razões. Originou-se nas paixões e instintos constitutivos
do comportamento das massas de Pernambuco, quando
instigadas por demagogos e pelo abuso das classes “que
se servem de delongas da lei para preservarem seus privilégios”. Foi um “turbilhão popular violento, indiferente
a leis e princípios” e “mais que um movimento político,
foi um movimento social, uma guerra do povo contra os
portugueses que monopolizavam o comércio nas cidades
e os senhores de engenho que monopolizavam a terra no
interior”.
(Izabel Andrade Marson, O Império da revolução: matrizes interpretativas dos conflitos da sociedade monárquica. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O excerto traz características da
(Izabel Andrade Marson, O Império da revolução: matrizes interpretativas dos conflitos da sociedade monárquica. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O excerto traz características da