Uma instituição cultural centenária reconhecida como patrimônio cultural imaterial
está desenvolvendo um projeto de revitalização que inclui restauro arquitetônico, modernização
tecnológica e criação de um centro de memória digital. O projeto, orçado em R$ 8 milhões, envolve
recursos da Lei Rouanet, financiamento do BNDES, contrapartida da mantenedora e crowdfunding
internacional (R$ 500 mil). O projeto possui múltiplos stakeholders com interesses divergentes: o
IPHAN (preservação patrimonial), a comunidade local (acesso e programação), patrocinadores
corporativos (retorno de imagem), governo municipal (desenvolvimento turístico), academia
internacional (pesquisa) e diáspora cultural (conexão identitária). Cada grupo possui expectativas
específicas, canais de comunicação preferenciais e métricas de sucesso distintas. A diretoria de
comunicação precisa desenvolver uma estratégia de comunicação institucional que gerencie as
tensões entre preservação e modernização, equilibre interesses comerciais e missão cultural e
construa legitimidade social para o projeto em um contexto de crescente escrutínio público sobre o
uso de recursos incentivados. Qual abordagem de comunicação institucional apresenta maior eficácia
para construir consenso entre stakeholders divergentes e assegurar a sustentabilidade reputacional
do projeto a longo prazo?