Marina, 68 anos, portadora de carcinoma de pulmão metastático, encontra-se em seguimento pela
equipe de Saúde da Família. Nos últimos meses, apresentou piora progressiva da dispneia e
inapetência, permanecendo grande parte do tempo acamada. A filha, cuidadora principal, relata
dificuldade para lidar com a angústia diante do sofrimento da mãe e pergunta sobre a possibilidade
de iniciar oxigenoterapia contínua “para aliviar o sofrimento e prolongar a vida”. Ao exame,
Marina encontra-se consciente, hipocorada, hidratada, FR = 24 irpm, saturação de O₂ = 93% em ar
ambiente. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular diminuído difusamente. Não há sinais de
insuficiência respiratória aguda.
Com base nos princípios do cuidado paliativo domiciliar, qual a conduta mais adequada?
Com base nos princípios do cuidado paliativo domiciliar, qual a conduta mais adequada?