Em um hospital público, um cirurgião experiente irá operar um paciente com neoplasia avançada de pâncreas, com prognóstico reservado (sobrevida <6 meses). O paciente solicita explicitamente a cirurgia para “tentar tudo que for possível”. Nesse caso, equilibrando a autonomia do paciente com o dever médico, deve-se atender ao princípio ético primordial de não maleficência, cuja definição é: