Caraca muleke!
“Caraca, moleque! Que dia! Que isso?
Põe um pagodinho só pra relaxar
Sol, praia, biquíni, gandaia Abro uma gelada só pra refrescar.”
TIAGUINHO. Outro dia, outra história. São Paulo. Som Livre, 2014. 1 CD, faixa 1,digital, estéreo.
Para Bechara (2007, p. 440), “já é antiga para a gramática a ideia de a interjeição não ser, a rigor, uma palavra, mas que equivale a um enunciado independente ou a uma oração inteira. Considerando esta citação, é possível afirmar que a formação interjetiva no trecho da canção de Tiaguinho acontece por meio de
“Caraca, moleque! Que dia! Que isso?
Põe um pagodinho só pra relaxar
Sol, praia, biquíni, gandaia Abro uma gelada só pra refrescar.”
TIAGUINHO. Outro dia, outra história. São Paulo. Som Livre, 2014. 1 CD, faixa 1,digital, estéreo.
Para Bechara (2007, p. 440), “já é antiga para a gramática a ideia de a interjeição não ser, a rigor, uma palavra, mas que equivale a um enunciado independente ou a uma oração inteira. Considerando esta citação, é possível afirmar que a formação interjetiva no trecho da canção de Tiaguinho acontece por meio de