A partir da segunda metade de século XIX, ainda durante o Império, o debate sobre a escola elementar no Brasil
passa a ganhar destaque, incluindo a presença da Educação Física. Um dos temas que se debateu à época foi
a presença das mulheres nas aulas de Educação Física. Segundo Soares (2012), havia correntes que eram
contra à prática de exercícios ginásticos pelas mulheres, e outras que defendiam a participação das mulheres
neste conteúdo curricular. De acordo com a autora, a argumentação utilizada pelos apologistas da ginástica para
as mulheres era que: