Paciente de 25 anos, sem comorbidades, gestante
de 8 semanas, na sua primeira consulta de prénatal relata ao seu obstetra estar preocupada com
o risco de hipertensão gestacional, visto que sua
mãe teve pré-eclâmpsia na gravidez de sua irmã.
Para melhor avaliar o risco de desenvolvimento
de pré-eclâmpsia durante a gravidez, seu obstetra
utiliza uma combinação de parâmetros maternos,
segundo o modelo de predição de
desenvolvimento de pré-eclâmpsia da Fetal
Medicine Foundation (FMF) e, após análise dos
exames colhidos na 12ª semana de gravidez, opta
por prescrever AAS, início imediato, devendo ela
manter a medicação até 36 semanas. Sobre o
algoritmo proposto pela FMF, referendado pela
Federação Internacional de Ginecologia e
Obstetrícia (FIGO), inclusive para uso no Brasil, podemos afirmar que:
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