A definição sobre a vitalidade das lesões no cadáver tem importância relevante para
a Medicina Legal. Sobre o tema, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se
falsas.
( ) Soluções de continuidade em que se observa ausência de exsudação (serosidade) e formação de uma placa amarelada, ressecada e com consistência firme (apergaminhada) após arrancamento da epiderme caracterizam lesões pós-morte, equivalentes à escoriação.
( ) A presença do sinal de Montalti (fuligem na árvore respiratória) é considerada uma evidência robusta de que as lesões por calor ocorreram enquanto o indivíduo ainda tinha sinais vitais.
( ) A localização das lesões no corpo também pode auxiliar no estabelecimento de lesões in vitam/ post mortem. Por exemplo, ferimentos no dorso das mãos ou antebraços (lesões de defesa) é um critério suficiente para determinar a vitalidade do evento.
( ) Nas lesões que ocorrem no período de incerteza diagnóstica, ou seja, imediatamente antes ou logo após a morte, recomenda-se a utilização de marcadores bioquímicos: níveis de catepsinas A e D, serotonina, histamina. Sua elevação ocorre nas lesões ocorridas in vitam, mesmo que pouco tempo antes da morte (mesmo antes de 1 hora).
( ) A bossa linfática pode ocorrer tanto em vida quanto no pós-morte. Em vida, ela decorre de elementos dinâmicos relacionados à pressão intravascular e ao extravasamento da linfa. No pós-morte, ocorre devido à ação da gravidade. Esses mecanismos de formação auxiliam na diferenciação entre elas, já que no cadáver a bossa linfática será mais volumosa e observada nas regiões de declive, originadas pela força da gravidade e pela movimentação do cadáver.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Soluções de continuidade em que se observa ausência de exsudação (serosidade) e formação de uma placa amarelada, ressecada e com consistência firme (apergaminhada) após arrancamento da epiderme caracterizam lesões pós-morte, equivalentes à escoriação.
( ) A presença do sinal de Montalti (fuligem na árvore respiratória) é considerada uma evidência robusta de que as lesões por calor ocorreram enquanto o indivíduo ainda tinha sinais vitais.
( ) A localização das lesões no corpo também pode auxiliar no estabelecimento de lesões in vitam/ post mortem. Por exemplo, ferimentos no dorso das mãos ou antebraços (lesões de defesa) é um critério suficiente para determinar a vitalidade do evento.
( ) Nas lesões que ocorrem no período de incerteza diagnóstica, ou seja, imediatamente antes ou logo após a morte, recomenda-se a utilização de marcadores bioquímicos: níveis de catepsinas A e D, serotonina, histamina. Sua elevação ocorre nas lesões ocorridas in vitam, mesmo que pouco tempo antes da morte (mesmo antes de 1 hora).
( ) A bossa linfática pode ocorrer tanto em vida quanto no pós-morte. Em vida, ela decorre de elementos dinâmicos relacionados à pressão intravascular e ao extravasamento da linfa. No pós-morte, ocorre devido à ação da gravidade. Esses mecanismos de formação auxiliam na diferenciação entre elas, já que no cadáver a bossa linfática será mais volumosa e observada nas regiões de declive, originadas pela força da gravidade e pela movimentação do cadáver.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: