Como surgiu a Fisioterapia? E qual
deve ser o futuro da área?
De acordo com a história contada nos livros e na
internet, a fisioterapia começou a se desenvolver no final
do século 19. O primeiro registro de um profissional de
fisioterapia veio por Per Henrik Ling, um sueco precursor
da educação física, que fundou o Instituto Real Central da
Ginástica, em Estocolmo, capital da Suécia, em 1813.
Mas há quem diga que a fisioterapia é tão
antiga quanto o homem. O livro “Manual de Fisioterapia
Respiratória com Ênfase em UTI e Covid-19”, 2022, dos
autores Rodrigo Guedes Boer e Tatiana Mascarenhas
Nasser Aragone, explica que o surgimento ocorreu com as
primeiras tentativas por parte dos “nossos ancestrais de
diminuir uma dor esfregando o local dolorido. Com isso, o
método foi evoluindo ao longo do tempo, com a sofisticação,
principalmente, das técnicas de exercícios terapêuticos.”
Independentemente da antiguidade de seu
surgimento, não há como negar que a fisioterapia tem
evoluído de forma constante e significativa, sempre se
adaptando às necessidades da sociedade e aos avanços
tecnológicos e científicos. Nesse contexto, como pensar
o futuro?
Não há dúvidas que o futuro será “analógico”.
E essa ideia indica que, assim como o presente, o porvir
dependerá muito da fisioterapia. Apesar de se viver um
momento em que a tecnologia está ao redor, acredita-se
que, em qualquer época, as pessoas sempre sentirão
vontade de estar juntas, de terem vida social, de serem
independentes nas atividades diárias e de realizarem tudo
o que envolve sentidos e interação.
E é justamente, nesse futuro analógico, que a
Fisioterapia ganha ainda mais valor e sentido, pois (dentro
do universo da saúde) nenhuma outra profissão consegue
promover, de maneira tão clara e fácil, o resgate do ser
humano dentro dessas necessidades. O fisioterapeuta é a
bússola de condução à saúde integral.
O Fisioterapeuta é o profissional que oferece a
melhor experiência sensorial ao paciente, devolvendo-lhe
funcionalidade, independência e dignidade – ingredientes
comuns e básicos da felicidade.
Internet: <g1.globo.com> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
No trecho “as pessoas sempre sentirão vontade de estar juntas, de terem vida social, de serem independentes nas atividades diárias e de realizarem tudo o que envolve sentidos e interação”, o vocábulo “o” atua como um pronome relativo junto ao “que”.