Nascimento e Felipe (2021) afirmam que existe um movimento que se preocupa com
a abertura de dados de pesquisa para que possam ser (re)utilizados por outros pesquisadores. Assim,
verifica-se que sua disponibilização possibilita o reuso e, consequentemente, permite a criação de
novas pesquisas científicas, retroalimentando o ciclo da ciência e colaborando com a democratização
do acesso à informação científica. Trata-se de conceitos relacionados à possibilidade de abrir – com
ou sem restrições de acesso – dados de forma estruturada, nomeada, descentralizada, interconectada
e compartilhável. Os autores resumem a essência do conceito de dados abertos no contexto da
pesquisa, que se chama: