“Eis uma possibilidade de ficção científica que os filósofos discutem: imagine que um ser humano (você
pode imaginar isso para si mesmo) tenha sido submetido a uma operação por um cientista maligno. O
cérebro dessa pessoa (o seu cérebro) foi removido
de seu corpo e colocado numa cuba com nutrientes
que mantêm o cérebro vivo. As terminações nervosas foram conectadas a um supercomputador que
causa na pessoa, cujo cérebro ela é, a ilusão de que
tudo é perfeitamente normal. Parece haver pessoas,
objetos, o céu, etc.; mas na verdade tudo o que as
pessoas (você) estão experienciando é o resultado
de impulsos elétricos viajando do computador às terminações nervosas. O computador é tão engenhoso
que se a pessoa tenta levantar a mão, um feedback
logo o fará “ver” e “sentir” a mão sendo levantada”
(Putnam, 1992, p. 28).
A esse respeito, é correto afirmar que o experimento mental dos cérebros na cuba atualiza um argumento cético da tradição moderna relativo à
A esse respeito, é correto afirmar que o experimento mental dos cérebros na cuba atualiza um argumento cético da tradição moderna relativo à