No ano de 1802, Jean Marc Gaspard Itard, atuando na
França, defendia que pessoas surdas poderiam ser
treinadas para ouvir e articular palavras por meio de
programas intensivos de estimulação auditiva. Itard ficou
amplamente conhecido por seu trabalho com Victor, o
"garoto selvagem de Aveyron", encontrado vivendo
isolado em uma floresta e apresentado por ele como um
caso extremo de ausência de socialização e educação.
Embora não tenha alcançado êxito na alfabetização de
Victor em língua francesa, suas experiências
influenciaram profundamente o desenvolvimento da
educação especial, especialmente no que se refere à
adaptação do ambiente como recurso pedagógico. Sobre
suas concepções a respeito da língua de sinais, Itard
afirmava que: