Leia o trecho a seguir.
“Arquivos de migrantes”, “arquivos queer”, “arquivos radicais”, “arquivos descolonizados”, por mais distintos que sejam os fundamentos teóricos dessas alternativas às concepções clássicas de arquivo, todas compartilham um objetivo comum: multiplicar os vestígios e vozes na produção da memória cultural. Enquanto o arquivo convencional parece irrevogavelmente desacreditado, acusado de reafirmar estruturas de poder hegemônicas, os contraarquivos são vistos como dotados de potencial ativista. Duas estratégias possíveis para os contra-arquivos são: adotar uma política radical de acesso aberto ou seus acervos devem ser radicalmente ampliados, atualizados e diversificados para incluir outros grupos além daqueles tradicionalmente contemplados.
Adaptado de Schweizer, Yvonne.
Com base no trecho acima, é correto afirmar que os contraarquivos adotam uma abordagem que
“Arquivos de migrantes”, “arquivos queer”, “arquivos radicais”, “arquivos descolonizados”, por mais distintos que sejam os fundamentos teóricos dessas alternativas às concepções clássicas de arquivo, todas compartilham um objetivo comum: multiplicar os vestígios e vozes na produção da memória cultural. Enquanto o arquivo convencional parece irrevogavelmente desacreditado, acusado de reafirmar estruturas de poder hegemônicas, os contraarquivos são vistos como dotados de potencial ativista. Duas estratégias possíveis para os contra-arquivos são: adotar uma política radical de acesso aberto ou seus acervos devem ser radicalmente ampliados, atualizados e diversificados para incluir outros grupos além daqueles tradicionalmente contemplados.
Adaptado de Schweizer, Yvonne.
Com base no trecho acima, é correto afirmar que os contraarquivos adotam uma abordagem que