Um lactente de 11 meses de idade, previamente hígido, é admitido no pronto-socorro pediátrico com história de febre, tosse e irritabilidade. Evoluiu rapidamente com taquipneia intensa (frequência respiratória > 60 irpm), tiragem subcostal e saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente, necessitando de oxigenoterapia e internação na UTI Pediátrica com diagnóstico de bronquiolite viral grave, preenchendo os critérios de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O médico da UTI solicita o swab de nasofaringe para painel viral, buscando a confirmação etiológica (ex: Vírus Sincicial Respiratório, Influenza, outros).
Em um cenário de vigilância epidemiológica integrada do SUS, para esse caso, qual é a conduta obrigatória e seu fundamento?