Durante uma formação continuada sobre o componente
Projeto de Vida na rede estadual, a professora Marina
apresenta aos colegas sua proposta pedagógica para
trabalhar autoconhecimento com estudantes do ensino
médio. Ela planeja desenvolver atividades que estimulem
os jovens a identificarem características pessoais
observáveis externamente, como traços físicos e
preferências declaradas, organizando essas informações
em fichas individuais padronizadas. Marina argumenta
que, ao sistematizar essas informações visíveis, os
estudantes terão concluído seu processo de
autoconhecimento, podendo então avançar para as
demais etapas do projeto de vida. Considerando as
perspectivas teóricas contemporâneas sobre
desenvolvimento de competências socioemocionais, a
abordagem proposta por Marina apresenta limitações
porque: