A evolução também está relacionada à mudança na
frequência dos alelos em uma população. Isso significa
que o aumento ou a diminuição da frequência de
determinado alelo, ao longo do tempo, pode ser um
indício de que está ocorrendo microevolução. Considere
uma população de gafanhotos em que alguns indivíduos
são sensíveis ao DDT, enquanto outros apresentam
resistência a esse inseticida. Suponha que o alelo A
determine resistência, enquanto o alelo a, em
homozigose, confere sensibilidade ao inseticida.
Inicialmente, as frequências de A e a na população eram
de 20% e 80%, respectivamente. Após dez anos, uma
nova análise revelou que a frequência de A passou para
48% e a de a caiu para 52%.
Fonte: César; Sezar e Caldini. Biologia. Volume 3. São Paulo: Editora Saraiva, 2010.
Diante desse cenário, pode-se concluir que:
Fonte: César; Sezar e Caldini. Biologia. Volume 3. São Paulo: Editora Saraiva, 2010.
Diante desse cenário, pode-se concluir que: