A Doutrina Social da Igreja ensina que o direito à propriedade privada
é absoluto e deve ser garantido como expressão máxima da liberdade individual, sem subordinação a outros princípios sociais.
é incompatível com a pobreza evangélica e, por isso, não encontra respaldo na tradição cristã.
tem valor apenas econômico e jurídico, sem implicações morais ou espirituais para a vida social cristã.
é um direito natural e legítimo, mas está subordinado à destinação universal dos bens e deve ser exercido de acordo com o princípio da solidariedade.
deve ser suprimido em favor da propriedade coletiva, pois esta assegura melhor a justiça social e a dignidade humana.
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