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4001892 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Malta-PB
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Considere a situação hipotética: Ana é uma assistente social que trabalha na Secretaria de Assistência Social do município AABB, atuando especificamente no CRAS – Centro de Referência de Assistência Social do referido município, acompanhando famílias em situação de vulnerabilidade social. Certo dia, a psicóloga do CRAS do município AABB, estava realizando um atendimento individual com uma usuária que apresenta sinais de depressão e dificuldades financeiras graves. Durante a conversa, a usuária menciona que está para ser despejada de sua residência e que já procurou o CRAS anteriormente, ela afirma que o seu acompanhamento social está sendo realizado pelo assistente social José, o qual não se encontra na unidade no momento da conversa, mas que já prestou para ela as primeiras orientações e encaminhamentos. A psicóloga do CRAS solicita apoio imediato da assistente social Ana que estava presente na unidade. Então, Ana verifica o cadastro da família da usuária no PAIF (Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família), orienta a mesma sobre o acesso ao aluguel social e realiza contato com o setor de habitação da prefeitura. Após o atendimento, ela comunica imediatamente por meio de ligação telefônica a José sobre as providências tomadas, para que ele possa dar continuidade ao acompanhamento técnico da usuária e da sua família.
Considerando esse relato e o que estabelece os marcos éticos, jurídico-políticos do Serviço Social, especificamente o Código de Ética do Assistente Social (Resolução CFESS 273/1993) e as demais resoluções e orientações do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), que normatizam o exercício profissional de assistentes sociais, analise as afirmações a seguir.
I- A conduta profissional de Ana é eticamente imprópria, pois é vedado intervir na prestação de serviços que estejam sendo efetuados por outro profissional, sem que haja solicitação ou consentimento prévio, caracterizando desrespeito à autonomia e à competência técnica do colega responsável.
II- A conduta profissional de Ana é eticamente imprópria, pois, embora tenha havido urgência para o atendimento da usuária, Ana ultrapassou os limites de uma intervenção inicial, ao realizar encaminhamento formal, contatando o setor de habitação da prefeitura. Essa ação configurou interferência indevida em um serviço que estava sendo executado por outro profissional, o que é vedado eticamente.
III- A atuação profissional de Ana foi adequada, pois interveio diante de situação de urgência, comunicando de imediato o profissional responsável, desempenhando suas atividades profissionais com eficiência e responsabilidade, garantindo a proteção da usuária e a continuidade do acompanhamento profissional, conforme previsto eticamente.
IV- A atuação profissional de Ana foi adequada, pois a ação foi realizada em um contexto multiprofissional, em que a colaboração entre diferentes áreas é parte da metodologia de trabalho do CRAS, havendo comunicação posterior ao assistente social responsável pelo caso, garantindo a continuidade do atendimento e a transparência na atuação.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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