A implementação da Sistematização da Assistência de
Enfermagem (SAE) em serviços de saúde de alta complexidade,
como unidades de transplante de órgãos, demanda do
enfermeiro uma capacidade de raciocínio clínico sofisticada e
uma integração multidisciplinar. Nesse contexto, a elaboração
de um plano de cuidados individualizado para um paciente póstransplante renal, considerando os riscos de rejeição, infecção
oportunista e efeitos adversos da imunossupressão, exige que o
enfermeiro utilize a SAE não apenas como um roteiro, mas como
uma ferramenta para: