Com a rápida expansão da industrialização para alguns
países periféricos (alguns denominados depois "semiperiféricos"),
principalmente a partir dos anos 1950, houve uma complexidade
dos espaços produtivos. Dessa forma, a nova divisão internacional
do trabalho passou a ser baseada não estritamente nos setores
da economia por tipo de produto, mas nos níveis tecnológicos
de produção, nas formas de gestão e nas relações de trabalho
dominantes, o que inclui, é claro, o valor dos salários pagos aos
trabalhadores.
HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 43.
A partir do excerto acima, um dos desafios ainda correntes em relação à indústria brasileira envolve a:
HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 43.
A partir do excerto acima, um dos desafios ainda correntes em relação à indústria brasileira envolve a: