Atualmente o assistente social exercita sua relativa autonomia teórica, política, ética e técnica a fim de se posicionar diante
de processos que buscam romper com a tendência, ainda persistente da relação mimética, traduzida traduz em ações
rotineiras, prescritivas e burocratizadas, entre Serviço Social e política social. Nesse sentido, pode-se afirmar que o
exercício da autonomia profissional é dificultado pelo (a):
I. Utilização massiva de tecnologia;
II. Padronização de procedimentos;
III. Controle da produtividade nos serviços através de ações pré-determinadas;
IV. Participação das entidades de cunho privado e filantrópico na prestação de serviços sociais.
I. Utilização massiva de tecnologia;
II. Padronização de procedimentos;
III. Controle da produtividade nos serviços através de ações pré-determinadas;
IV. Participação das entidades de cunho privado e filantrópico na prestação de serviços sociais.