Alarcão (in Rangel, 2005) apresenta a abordagem artesanal, observando que nela se evidencia “o fenômeno da
socialização do aspirante a profissional, realizada sob a
responsabilidade do representante de seus pares, numa
inspiração do modelo do artífice medieval a ser moldado
pelo artesão e, dessa forma, a ser por ele socializado
e iniciado na profissão”. A autora entende que essa formação socializante se baseia na “convicção de que se
aprende vendo como se faz e fazendo em seguida”, ou
seja, valoriza, como estratégias formativas,