Durante um encontro de planejamento pedagógico para o ensino de Sociologia no Ensino Médio, a professora propõe abordar
as teorias contratualistas, articulando pensamento político e educacional de Jean-Jacques Rousseau. Ela argumenta que os
conceitos de Educação Negativa e Educação Natural de Rousseau conectam-se diretamente com a teoria do contrato social:
assim como o homem nasce naturalmente bom e é corrompido pela sociedade, a educação deve respeitar o desenvolvimento
natural do estudante, evitando imposições que deformem sua capacidade crítica e participativa na democracia. Ela propõe
utilizar tecnologias digitais e diferentes linguagens para comparar o ideal democrático de Rousseau com as contradições
da democracia brasileira. A discussão evolui para questões metodológicas sobre como estruturar adequadamente objetivos
educacionais com fundamentos teórico-políticos contratualistas. Os professores debatem se metodologias tradicionais são
suficientes para trabalhar conceitos como vontade geral e soberania popular, questionando se seria necessário desenvolver
abordagens que privilegiem construção autônoma do conhecimento, seguindo os próprios princípios educacionais defendidos
por Rousseau na formação para cidadania democrática.
Na estrutura de um plano de aula sobre teorias contratualistas que articule adequadamente objetivos, metodologia e justificativa
teórica dos conceitos de Educação Negativa e Educação Natural de Rousseau, o elemento que demonstra compreensão correta
dessa articulação é: