Leia o caso a seguir.
Homem de 76 anos, hipertenso e portador de doença renal crônica estágio 4 (TFG estimada em 22 mL/min/1,73m²), foi internado há 12 dias após queda com fratura de fêmur direito, tendo sido submetido a osteossíntese. Encontra-se em recuperação no pós-operatório, com deambulação restrita. No 10º dia de internação, passou a apresentar dispneia súbita, dor torácica ventilatório-dependente e taquicardia (FC 108 bpm), sem febre ou tosse produtiva. No momento, a saturação de oxigênio em ar ambiente é de 90%, e, à ausculta pulmonar, mostra murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios.
Considerando o quadro clínico e os fatores de risco, qual é o exame complementar indicado para investigação diagnóstica?
Homem de 76 anos, hipertenso e portador de doença renal crônica estágio 4 (TFG estimada em 22 mL/min/1,73m²), foi internado há 12 dias após queda com fratura de fêmur direito, tendo sido submetido a osteossíntese. Encontra-se em recuperação no pós-operatório, com deambulação restrita. No 10º dia de internação, passou a apresentar dispneia súbita, dor torácica ventilatório-dependente e taquicardia (FC 108 bpm), sem febre ou tosse produtiva. No momento, a saturação de oxigênio em ar ambiente é de 90%, e, à ausculta pulmonar, mostra murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios.
Considerando o quadro clínico e os fatores de risco, qual é o exame complementar indicado para investigação diagnóstica?
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