L.M.S. nasceu a termo, com parto cesariana de
emergência. Houve hipertensão materna no terceiro
trimestre da gravidez. O trabalho começou
espontaneamente com sinais de sofrimento fetal,
incluindo desacelerações do ritmo cardíaco fetal. O
bebê necessitou de reanimação neonatal, com
escores de Apgar de 1, 4 e 7 aos 1, 5 e 10 minutos,
respectivamente. Ele desenvolveu convulsões
neonatais. A RNM realizada com 10 dias de vida
mostrou uma lesão cerebral bilateral localizada em torno dos ventrículos laterais. Aos 12 meses de idade,
a criança mostrou atrasos na aquisição das
habilidades motoras grossas, motoras finas e de
linguagem. O tônus muscular era aumentado
predominantemente em seus membros inferiores, e foi
identificada fraqueza muscular. Atualmente a criança
tem 18 meses de idade, e mantém-se sentado no chão
a maior parte do tempo, e em alguns momentos
necessita de ambas as mãos como apoio para manter
o equilíbrio. Ele se desloca pelo ambiente
engatinhando sobre as mãos e joelhos e, no
ambulatório, quando estimulado pela fisioterapeuta
consegue puxar-se para de pé e dar passinhos
segurando em superfícies estáveis. No exame físico,
achados positivos incluem aumento moderado do
tônus muscular em membros inferiores e amplitude de movimento reduzida em seu quadril direito em
comparação com o quadril esquerdo. Com base no
quadro clínico apresentado qual o tipo de Paralisia
Cerebral da criança e onde ela poderia estar
classificada na Gross Motor Function Classification
System (GMFCS)?
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