Miguel, um menino de 5 anos, durante suas sessões de ludoterapia, frequentemente recria cenas de ataque em que um boneco maior agride um boneco menor, que tenta se defender, mas sempre acaba derrotado.
A repetição insistente dessas cenas é acompanhada por momentos ora de excitação, ora de frustração. A terapeuta observa que Miguel demonstra forte investimento na agressividade, mas também sinais de angústia ao final da brincadeira.
Com base nessa dinâmica e na compreensão psicanalítica kleiniana sobre o funcionamento psíquico infantil, assinale a alternativa que apresenta a intervenção mais adequada da terapeuta.