O Ministério Público do Estado do Espírito Santo, no bojo de uma
ação de improbidade administrativa, firmou um Acordo de Não
Persecução Cível (ANPC) com um ex-prefeito acusado de
irregularidades em contrato de coleta de lixo. O acordo prevê o
ressarcimento integral do dano ao erário, porém sem a incidência
de juros e parcelado em 48 vezes, além do pagamento de multa
civil e da proibição de contratar com o Poder Público por três anos.
Ao receber a petição de homologação do acordo, o juízo da Vara
da Fazenda Pública questiona se o ANPC seria válido, já que o
ressarcimento não contemplou os juros incidentes e foi objeto de
parcelamento.
Considerando a disciplina legal e a finalidade do ANPC, analise as afirmativas a seguir a respeito da validade do acordo celebrado.
I. O ANPC é válido, pois o parcelamento e a convenção sobre os juros podem ser objeto de ajuste, levando em conta o interesse público, a extensão do dano ou do proveito patrimonial, bem como a capacidade financeira do compromitente.
II. O ANPC é inválido, pois somente é cabível quando há ressarcimento integral e global do dano ao erário, não sendo possível o parcelamento.
III. O ANPC é inválido, pois a Lei de Improbidade não prevê o impedimento de contratar com o Poder Público como cláusula possível no bojo do acordo.
Está correto o que se afirma em
Considerando a disciplina legal e a finalidade do ANPC, analise as afirmativas a seguir a respeito da validade do acordo celebrado.
I. O ANPC é válido, pois o parcelamento e a convenção sobre os juros podem ser objeto de ajuste, levando em conta o interesse público, a extensão do dano ou do proveito patrimonial, bem como a capacidade financeira do compromitente.
II. O ANPC é inválido, pois somente é cabível quando há ressarcimento integral e global do dano ao erário, não sendo possível o parcelamento.
III. O ANPC é inválido, pois a Lei de Improbidade não prevê o impedimento de contratar com o Poder Público como cláusula possível no bojo do acordo.
Está correto o que se afirma em