A distinção entre substâncias puras e misturas,
embora apresentada em estágios iniciais da formação
escolar, constitui uma chave epistemológica central da
Química, pois conecta propriedades observáveis em
nível macroscópico a modelos explicativos de natureza
atômica e molecular. Ao longo da história, essa
diferenciação assumiu papel estruturante, permitindo
compreender regularidades, formular leis gerais e
projetar inferências sobre comportamentos ainda não
testados. Nesse enquadramento, qual proposição
melhor expressa a densidade conceitual atribuída a
essa distinção no horizonte da racionalidade científica?