Com relação ao tratamento da tuberculose em situações especiais, recomendado pelo Programa Nacional de Controle da Tuberculose no Brasil, assinale a afirmativa INCORRETA.
Em pequeno percentual dos pacientes, observa-se, nos dois primeiros meses de tratamento, elevação assintomática dos níveis séricos das enzimas hepáticas, sem qualquer manifestação clínica e sem necessidade de interrupção ou alteração do esquema terapêutico, seguida de normalização espontânea.
Nos pacientes nefropatas e nos que estão em hemodiálise, a dose de rifampicina e de isoniazida não precisa ser ajustadas, recomendando-se apenas a sua administração após o procedimento dialítico.
Nos pacientes diabéticos em uso de hipoglicemiantes orais, devido à complexidade das interações medicamentosas, caso o controle glicêmico não seja atingido durante o tratamento da TB, a insulinoterapia deverá ser instituída.
O Esquema Básico pode ser administrado nas doses habituais para gestantes e, dado o risco de toxicidade neurológica ao feto atribuído à isoniazida, recomenda-se o uso de piridoxina.
Pacientes recém diagnosticados com HIV e formas graves da tuberculose (tuberculose disseminada e neurotuberculose) e que apresentem contagem de linfócitos CD4 abaixo de 50 céls/mm3 devem iniciar concomitantemente o tratamento dessas patologias devido à maior mortalidade desse grupo populacional.
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