Leia o caso a seguir.
H.F, 72 anos, feminino, vem à consulta médica no ambulatório de cirurgia torácica, devido a achado de nódulo pulmonar em angiotomografia de tórax. Hipertensa há 25 anos, diabética não insulino dependente há 15 anos. Sedentária, ex-tabagista 40 maços/ano, parou há 20 anos. Angiotomografia de tórax demonstrando nódulo pulmonar, espiculado, justa pleural, em segmento anterior do lobo superior direito, medindo 7 mm, em seus maiores diâmetros, com tênue captação pelo meio de contraste.
De posse das recomendações para manejo dos nódulos pulmonares, qual a conduta adequada?
H.F, 72 anos, feminino, vem à consulta médica no ambulatório de cirurgia torácica, devido a achado de nódulo pulmonar em angiotomografia de tórax. Hipertensa há 25 anos, diabética não insulino dependente há 15 anos. Sedentária, ex-tabagista 40 maços/ano, parou há 20 anos. Angiotomografia de tórax demonstrando nódulo pulmonar, espiculado, justa pleural, em segmento anterior do lobo superior direito, medindo 7 mm, em seus maiores diâmetros, com tênue captação pelo meio de contraste.
De posse das recomendações para manejo dos nódulos pulmonares, qual a conduta adequada?
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