A literatura contemporânea em fisiologia
cardiovascular tem utilizado a VFC como indicador de
modulação autonômica, carga interna e prontidão para
treino. Protocolos que combinam análise em repouso,
pós-esforço e séries temporais semanais oferecem
leituras mais estáveis que medidas isoladas. Em planejamento, a VFC ganha sentido quando integrada a
percepção subjetiva, sono e marcadores de fadiga.
Qual proposição traduz com maior rigor esse
enquadramento aplicado ao treinamento?
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