Em um consultório odontológico, o periodontista atende
um paciente de 52 anos que relata histórico de
tabagismo de 25 anos (20 cigarros/dia), atualmente
fumando cerca de 15 cigarros diários. O paciente foi
submetido a tratamento periodontal não cirúrgico para
periodontite crônica e, posteriormente, teve quatro
implantes osseointegrados colocados em região
posterior inferior com cobertura protética, há 18 meses.
Durante o acompanhamento, o paciente apresenta sondagem peri-implantar ≥5 mm em dois implantes,
sangramento à sondagem, e leve perda óssea crestal
radiográfica (~1 mm desde a instalação da prótese).
Considerando o impacto do tabagismo – tanto sobre a doença periodontal quanto sobre o tratamento e manutenção de implantes – avalie as assertivas abaixo:
I. O tabagismo atua como fator de risco modificador para a periodontite ao comprometer a resposta do hospedeiro, aumentar os níveis de citocinas pró-inflamatórias e favorecer perda óssea alveolar, o que justifica pior prognóstico periodontal em fumantes.
II. Em pacientes fumantes, os implantes têm taxas de falha significativamente mais elevadas do que em não-fumantes, sendo recomendado que o cirurgiãoimplantodontista desconsidere a instalação de implantes em fumantes ativos.
III. O tabagismo não influencia no processo de reparo tecidual ao redor de implantes, razão pela qual fumantes e não-fumantes apresentam o mesmo padrão de cicatrização peri-implantar.
IV. No acompanhamento de pacientes fumantes com implantes, a presença de sangramento à sondagem e perda óssea inicial deve ser interpretada com maior alerta, visto que o tabagismo compromete a revascularização e remodelagem óssea, tornando o processo de peri-implantite mais agressivo.
Estão CORRETAS:
Considerando o impacto do tabagismo – tanto sobre a doença periodontal quanto sobre o tratamento e manutenção de implantes – avalie as assertivas abaixo:
I. O tabagismo atua como fator de risco modificador para a periodontite ao comprometer a resposta do hospedeiro, aumentar os níveis de citocinas pró-inflamatórias e favorecer perda óssea alveolar, o que justifica pior prognóstico periodontal em fumantes.
II. Em pacientes fumantes, os implantes têm taxas de falha significativamente mais elevadas do que em não-fumantes, sendo recomendado que o cirurgiãoimplantodontista desconsidere a instalação de implantes em fumantes ativos.
III. O tabagismo não influencia no processo de reparo tecidual ao redor de implantes, razão pela qual fumantes e não-fumantes apresentam o mesmo padrão de cicatrização peri-implantar.
IV. No acompanhamento de pacientes fumantes com implantes, a presença de sangramento à sondagem e perda óssea inicial deve ser interpretada com maior alerta, visto que o tabagismo compromete a revascularização e remodelagem óssea, tornando o processo de peri-implantite mais agressivo.
Estão CORRETAS: